terça-feira, 8 de setembro de 2015

A felicidade

Ser feliz depende unicamente do quanto de empenho empregamos na transformação dos nossos sonhos em realidade...
Sonhar então, sempre! 

domingo, 19 de maio de 2013

Nossa Vida em Botões


Digita daqui, 
Tecla dali, 
Aperta um, dois, vários de uma vez. 
Gira, 
Toca, 
Aumenta ou diminui...
Botões, 
Vários botões, diversas funções.

Falar para quê? 
Tranque-se no quarto, 
Abra o notebook, 
Abra um navegador qualquer e comece a dedilhar sobre os botões do teclado e "fale" com quem quiser, 
Talvez com todos ao mesmo tempo, 
Talvez com alguém em especial! 

A linguagem evoluiu, 
A fala está deixando de ser primordial 
E os dedos essenciais...
Para digitar, 
Enviar mensagens, 
Fazer transações financeiras, 
Cálculos, desenhos,  
Amizades, e quem diria, 
Para namorar!!! 

Botões, 
Quase impossível viver sem. 
É um para abrir a porta, 
Dois para fazer a comida, 
Três para isso, 
Quatro para aquilo... 

Até mesmo a lei da adaptação de Darwin está a favor dos botões. 
Os dedos dos seres humanos a cada geração estão ficando mais compridos. 
Para quê? 
Claro, 
Para que possamos digitar mais rápido, com mais precisão e vários botões ao mesmo tempo. A vida está dinâmica!!!
Agora com as telas "touch", "multi touch" cada vez mais os dedos precisam ser compridos e ágeis para dar conta das telas cada vez mais complexas...
É a adaptação para os botões, 
E até mesmo, diz-se, a própria recriação dos mesmos,  
Não mais físicos, 
Agora sensíveis ao toque em uma tela e até mesmo holograficamente...

A que ponto chegamos? 
Ou melhor, a que importância e complexidade dos botões chegamos? 

Parece que a combinação de muitos toques é quase o resultado de nossas vidas.

Abraços, 
Rubens Staloch

terça-feira, 23 de abril de 2013

Confusão

Não adianta tentar!
Podem retorcer,
Extorquir,
Espremer o quanto quiserem. 
Existem dias que da cabeça nada sai,
Muito menos, entra.

É um emaranhado de pensamentos,
Desconexos,
Dispersos,
Enlouquecidos...
Tudo está a mil.
Dúvidas,
Vontades,
Medos...
E assim o dia passa e nada produzo.

Deito-me com a cabeça no travesseiro,
Olho para o teto,
Para as paredes,
A cortina... Uma mosca que voa sem rumo. 
Nada acontece,
O sono não vem,
Olho para trás e vejo que nada fiz.  
A inquietude persiste em assolar meu peito.
O que fazer?
Como controlar os pensamentos?
Os medos?
As angústias?
Ou melhor,
Como fazer para voltar a pensar e produzir?

Um dia após o outro.
Não há segredos.
Hora dessas o saber fala mais alto,
As atitudes voltam para as ações,
A produção é retomada,
As noites bem dormidas,
Sonhos,
Flores,
Belo amanhecer...

É um ciclo,
De altos,
Baixos,
Rápidos,
Lerdos,
Inconstantes,
Dinâmicos pensamentos...
E assim vivemos,
Produzimos,
Deixamos de produzir,
Retomamos e assim prosseguimos.
É a vida,
Que segue,
Que atormenta,
Que satisfaz,
Que está pronta para nos fazer viver...
Não adianta tentar trapacear,
Cada dia um dia para a vida seguir.

Um passo de cada vez,
Um pensamento por hora,
Uma atitude para cada momento...
E assim vivemos,
Tristes,
Felizes,
Injustiçados,
Vitoriosos,
Amargurados,
Eufóricos,
Só vivemos...

Existem dias,
E dias,
E momentos,
E vontades,
E preguiça,
E de tudo um pouco...

Não adianta insistir,
Na vida nada está programado,
Tudo está espalhado por aí...
Cabe a nós juntar aquilo que nos faz bem,
Que nos permite produzir, reproduzir, criar, recriar,
Enfim,  
O que nos faz viver, bem viver, bem produzir para a vida encarar. 

Abraços,
Rubens Staloch

quinta-feira, 21 de março de 2013

Assim é a Vida!

Não basta apenas estar no mundo,
É preciso saber quem somos no mundo.
Não basta apenas caminhar,
É preciso saber por onde caminhar.
Não basta estudar,
É preciso usar o conhecimento...

A vida é assim,
Não basta o coração bater,
É preciso dos sentimentos para o sangue circular.
Não basta olhar,
É preciso enxergar além das imagens, prestar atenção nos detalhes e formular opiniões, sobretudo, sinceras. 

Não basta subir na vida,
É preciso resistir as quedas.
Não basta ter dinheiro,
É preciso ser humano para saber usá-lo... 

Não basta ser sábio,
É preciso humildade para admitir que pouco sabemos.

É preciso saber viver.
Não basta tentar,
É preciso mais!
Insista, crie coragem e aproveite as oportunidades...
Às vezes únicas...certeiras e, quem sabe, duradouras. 

Não basta sorrir,
É preciso estar feliz de verdade.
Não basta a vida,
É preciso viver! 
 
Não basta o que temos hoje, 
O mundo evolui e com ele precisamos evoluir...
A vida é assim!!!
 
Grande abraço.
RubensStaloch

segunda-feira, 4 de março de 2013

Para Refletir...

E o mundo continua cheio de perguntas, questionamentos e dúvidas.
Não nos apressemos em buscar respostas,
Vamos nos concentrar na pesquisa de caminhos para que estes nos levem ao sucesso.
Cada dia, um dia.
Cada passo, um passo.
Cada atitude e cada palavra, consequências...


Equilíbrio é fundamental.
Não façamos mais do que podemos,mas também,
Não deixemos de fazer por medo ter.

Detentores de verdades?
Jamais!
Não há ser no mundo que sabe o suficiente para algum dia deixar de estudar.
Somos apenas aprendizes.
Eternos aprendizes.

Muito temos a aprender.
Não sejamos egoístas, vamos dividir e espalhar o conhecimento, 
Formando um grupo sábio,
Uma sociedade melhor, mais justa e que nos dê condições para viver dignamente.

A vida é finita, o saber é superior.
A vida passa, muito aprendemos, porém, é pouco!

É preciso, também, aprender mais sobre a vida, principalmente, sobre as pessoas que se fazem presentes nela, acima de tudo,
Aquelas que agem sorrateiramente...Maquiavelicamente...Maldosamente contra você.

Àquelas que nos fazem mal,
É bom as ignorarmos.
Àquelas que apenas o bem nos proporcionam,
Que possamos sempre estar por perto, é amizade!
Para aquelas que puxam nosso tapete é hora de dizer chega,
Enfrentar e mostrar a que viemos no mundo...
E ainda, para aquelas que não nos reconhecem como somos e o que somos é hora de mostrar nossas qualidades e
Fazer da vida uma vitória,
Reconhecidamente.

Que possamos sempre agir em plena cosciência,
Realizando o bem,
Mostrando sabedoria sem discriminação e rancor...

Que possamos seguir sempre com a moral e ética,
Em qualquer que seja a situação! 
Abraços, 
Rubens Staloch.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Nosso Mundo...Questionável.


O mundo gira,
As pessoas piram,
Os conflitos surgem em qualquer lugar,
Sob qualquer situação.
Estressante está o mundo.
Os seres para com os seres são brutais,
No trânsito são agressivos e imprudentes,
Na vida não menos.

A cada dia que nasce, um novo conflito...
Político, religioso, econômico e até briga de vizinhos.
A falta de diálogo impera,
O egoísmo reina soberano,
"Amizades", talvez não verdadeiras, são rompidas, duelos travados e
Uma vida pela frente cheia de tumultos.
Com toda certeza,
É dor, sofrimento e tristeza que se propagará, não há como negar...

É impressão, ou parece que quanto mais nos "modernizamos" mais dor e sofrimento alcançamos?

Vejamos:

Evoluímos dia-a-dia,
Porém,
As disparidades continuam a crescer,
A pobreza continua a assombrar,
As dores do mundo permanecem,
Mas agora,
Mascaradas pela modernidade...

É o mundo moderno,
Sem amor,
Sem compreensão,
Sem afeto e compaixão...
Sem limites!


Abraços,
Rubens Staloch

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Nos dias de hoje

Minha terra já não tem mais palmeiras,
Os sabiás se foram, para longe... Nunca mais retornarão!
Hoje as buzinas gritam,
Os pássaros que aqui gorjeavam se calaram...

Nosso céu está sujo, as estrelas se ofuscaram.
É poluição demais.
As flores já não são as mesmas,
Tem muito plástico, pouco cheiro e nada de verdadeiro.
Nossos bosques estão tomados pela violência...
Nossa vida tomada pelo medo.

O prazer está no ter e não no ser.
Minha terra tem egoísmo, pobreza,
Desigualdade!
Na minha terra o sabiá não canta,
Os seres gritam,
De pavor!

Minha terra tem temores,
Guerra,
Matança em massa.
Não há como ficar aliviado à noite.
Minha terra tem bandidos,
Que nem só roubam,
Matam também!

A fé está conosco,
Já os seres estão contra os seres...
Não há como desfrutar tranquilamente da vida neste mundo.
Já quase não avisto mais esperança,
Assim como o sabiá que se foi,
Os seres também se irão,
Autodestruição!

Para refletir,
Rubens Staloch*